Fora do ar desde maio, quando foi substituída em 91,9 pela igreja Deus é Amor, a Litoral FM de São Vicente/SP (agora identificada como "Litoral Jazz") está de volta ao dial, em 92,5 FM. A emissora divulgou a nova frequência no último dia 11 em sua página no Facebook.No sistema de comentários do post "Scalla FM é sintonizada na Baixada Santista", que reúne um pessoal participativo e ligado nas novidades do dial FM da região, há registros de ouvintes que até estão conseguindo sintonizar a Litoral nos 92,5 MHz, mas sempre com muita dificuldade e interferências.
Na quarta-feira, 26, o leitor Durval Santos afirmou ter recebido e-mail do coordenador artístico da Litoral Jazz informando que a programação estava de volta devido a um "convenio cultural com a emissora da Sociedade Cultural Desportiva Vicentina".
A Sociedade Cultural Despotiva Vicentina é a entidade autorizada a explorar o serviço de radiodifusão comunitária na cidade de São Vicente, conforme consulta ao Siscom da Anatel. Isso explica a dificuldade de sintonia, já que as rádios comunitárias são obrigadas a transmitir com potência reduzida em comparação com as comerciais.
Quanto às interferências, a resposta também está no Siscom: a frequência é a mesma das comunitárias autorizadas de Cubatão, Guarujá, Mongaguá, Praia Grande e Santos.
Assim como a 98 FM - A Rádio Rock, a Litoral Jazz é vinculada à Mussi Comunicações.
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O canal SescTV convocou operadoras, produtoras independentes e emissoras para uma reunião nesta sexta-feira, dia 28, com intuito de tornar mais conhecida sua programação e na esperança de ter maior visibilidade de público, uma vez que a presidente Dilma Rousseff sancionou, em 12 de setembro deste ano, a lei 12.485 - a chamada lei da TV por assinatura. Com as novas regras do mercado de TV paga, o canal SescTV aspira ser alvo de disputa entre as operadoras de TV por assinatura. Tudo isso porque, segundo o texto da lei, o canal é atualmente um dos poucos considerados "brasileiro de espaço qualificado." E, pela nova lei, todas as operadoras são obrigadas a carregar em seu line-up um canal brasileiro de espaço qualificado para cada três canais estrangeiros (ou de capital misto) de espaço qualificado.

Disse, outro dia, que concordava 100% com o Marcelo Rubens Paiva, mas não concordo com o seguinte trecho do texto: "Afastá-lo foi uma saída corajosa da BAND. Sua conduta manchava o brilho do programa".








